A cineasta Graciela Guarani e o realizador Aiano Bemfica conversam sobre o papel do documentário como ferramenta de luta política no direito ao território
Publicado em 28/12/2022
Atualizado às 20:14 de 24/04/2023
Graciela Guarani, educadora, produtora cultural e uma das mulheres pioneiras do cinema indígena no Brasil, e Aiano Bemfica, realizador, produtor e pesquisador, conversam a respeito de como o documentário pode ser uma ferramenta de luta política pelo direito ao território, pensando, principalmente, em uma parte importante da população brasileira que tem sido brutalmente desrespeitada e oprimida em seus direitos. Com mediação de Tatiana Carvalho Costa.
Os filmes que guiam esta conversa são Kuhangue, universo de um novo mundo (2020), no qual Graciela Guarani reúne mulheres do povo Guarani Kaiowá para refletir a respeito de sua terra, família e espiritualidade; e Contem isso àqueles que dizem que fomos derrotados (2018), de Aiano Bemfica, Pedro Maia de Brito, Cristiano Araújo e Caila Bastos, que apresenta as ocupações das regiões metropolitanas de Belo Horizonte através do ponto de vista das pessoas nessas ocupações.
Assista abaixo ao depoimento de Graciela Guarani para a série Culturas indígenas, parte do evento Mekukradjá: